Sábado, 10 de Julho de 2010
DECIFRANDO O MISTERIO DOS APAGõES por magnetismo.

I - Área magnética das gravações musicais.

 

Este comando inserido no programa. Nuendo3(mixer) permite mostrar notas dentro de uma certa distância  nas linhas de grade que poderão ser afetadas através do magnetismo entre elas. Quando o slider é fixado a 0%, a função de Área Magnética é desativada, e as notas não são afetadas através do quantizing automático.Se movermos o slider gradualmente à direita, notaremos como as áreas magnéticas são  mostradas ao redor das notas nas linhas azuis na exibição da grade. (obs. p/ tecnicos em audio)

  

Notas na grade

 

A partir da conclusão que ao gravar algum som  geramos um campo magnético entre as notas musicais, o qual pode ser observado numericamente se usarmos um programa tipo Voyetra(DOS), será  fácil imaginar como  a plasmonica se aplica perfeitamente nessa área, ao analisarmos a possibilidade deste campo dar margem a carregar algum corpo estranho inaudível, porem potencialmente nocivo ao campo magnético utilizado nas transmissões das rádios, TVs, etc.  o qual poderemos chamar de estática.

 

Considerando as panes inexplicáveis  que tem acontecido nos aparelhos eletrônicos causando apagões, caos aéreo, etc.   não e difícil acreditar que essa estática e mais nociva do que se imaginava, o que nos obriga a encontrar uma solução urgente para minimizar este problema crescente na medida da quantidade de sons jogados no ar magnética ou eletronicamente!

 

Gostaria de sugerir sem demagogia uma forma de combater este problema utilizando uma espécie de injeção eletrônica feita nas gravações que consiste em fechar o campo entre as notas e fixá-las mais intensamente neutralizando assim a possibilidade de carregarem e despejarem no ar algum corpo estranho o que certamente pode estar causando todos estes problemas ao termos uma energia suja também na fonte.

 

Para termos uma noção básica do que acontece se aplicada essa digitalização nas notas,solicite uma demo.mid para comparação do que acontece entre gravações idênticas sendo que uma  delas passou pelo processo de digitalização magnética. O mais fácil de observar nesta mixagem será o comportamento dos leds que deverão clipar com mais facilidade na gravação original (s/digitalizar), no que se refere à qualidade final diria ate que as digitalizadas soam melhor, pois quando tocadas em radio, por exemplo, ouve-se todos os instrumentos distintamente, o que não acontece com gravações midi sem digitalizar.

Como será praticamente impossível digitalizar todas as gravações já existentes, seria interessante começarmos a digitalizar a partir de agora, seguindo recomendação das autoridades no setor e na seqüência criarem um controle para tocar preferencialmente as digitalizadas nas rádios e TVs.

 

II – Eletrônica & Plasmonica ( Vilão & Solução )

Descoberta nova partícula que interfere no movimento da eletricidade

Redação do Site Inovação Tecnológica - 31/05/2010

 

PLASMARONS

 

O experimento demonstrou que o modelo de bandgap baseado unicamente no elétron não é suficiente para descrever o movimento das cargas elétricas no grafeno, que é muito mais complexa do que se imaginava.[Imagem: Bostwick et al./Science]

 

Como a eletricidade se move

Você aprendeu na escola que a eletricidade é criada pelo movimento dos elétrons.

Se foi um pouco mais aplicado, aprendeu também que o movimento da eletricidade se dá por meio dos "portadores de carga" - os próprios elétrons, negativos, e as lacunas, positivas, onde os elétrons se alojam durante seu movimento.

Mas as coisas começam a se tornar mais emocionantes conforme se mergulha rumo ao mundo nano.

Tome por exemplo o grafeno, um material formado por uma única camada de átomos de carbono e que é visto como um dos mais promissores tanto na área de materiais quanto na eletrônica.

Plasmon

Como a eletricidade se move no grafeno?

Ela continua tendo elétrons e lacunas como portadores de carga, mas que começam a ser influenciados pelos plasmons de superfície - vale lembrar que o grafeno é bidimensional, ou seja, ele é inteiro superfície.

Os plasmons de superfície são ondas de luz acopladas a ondas de elétrons, que surgem na interface entre um metal e um dielétrico, um material não-condutor, como o ar - ou seja, ao longo de todo o grafeno.

Essas "oscilações de densidade" movem-se de forma parecida com o som, através do "mar de elétrons" que existe na superfície do grafeno.

Plasmaron

Agora, pela primeira vez, os cientistas detectaram um plasmaron, uma quase-partícula, ou partícula composta, formada por uma portadora de carga normal acoplada a um plasmon.

"Embora os plasmarons tenham sido propostos teoricamente na década de 1960, e evidências indiretas deles já tenham sido encontradas, o nosso trabalho consiste na primeira observação de suas bandas de energia distintas," afirma Eli Rotenberg, do Laboratório Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos.

Rotenberg é o coordenador do grupo que identificou diretamente a assinatura inequívoca do plasmaron.

Plasmônica

O entendimento das relações existentes entre esses três tipos de "partículas" - portadoras de carga (elétrons e lacunas), plasmons e plasmarons - pode levar ao uso do grafeno na chamada plasmônica.

O nome plasmônica vem dos plasmons de superfície. Assim como nos circuitos eletrônicos atuais, os sinais são transmitidos por elétrons, nos futuros circuitos plasmônicos os sinais serão transmitidos pela oscilação conjunta de sinais elétricos e ópticos.

Até agora os experimentos vinham se baseando sobretudo nas quase-partículas chamadas polaritons. Os plasmarons vêm se somar à caixa de ferramentas dos cientistas em busca dessa área emergente da tecnologia em nanoescala, frequentemente chamada de "luz por meio de fios".

POLARITONS

Bibliografia:

Observation of Plasmarons in Quasi-Freestanding Doped Graphene
Aaron Bostwick, Florian Speck, Thomas Seyller, Karsten Horn, Marco Polini, Reza Asgari, Allan H. MacDonald, Eli Rotenberg
Science
21 May 2010
Vol.: 328. no. 5981, pp. 999 - 1002
DOI: 10.1126/science.1186489

 

VEJA MAIS SOBRE ESSA TECNOLOGIA NO SITE ABAIXO:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=plasmarons-particula-movimento-eletricidade&id=010110100531&ebol=sim

 

 

Enquanto não surge nenhuma super maquina capaz de filtrar todas as impurezas  criadas por essa parafernália eletrônica,  so resta aos humildes mortais tomarem alguma iniciativa mesmo que manual,  para tentar minimizar esse problema de natureza devastadora, ou orar muitoo para que Deus tenha piedade de nos e sopre para bem longe esse lixo magnético, indestrutível, não reciclável...



publicado por caos misterioso às 16:58
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